quinta-feira, 6 de maio de 2010

História Real - Letícia (doc. 002)

Após Letícia acordar de seu sono profundo, cercada de amigos, foi tomar uma água de coco para esquecer o que não se lembrava, mas o que escutara de todos de uma certa maneira havia mexido com ela.
Poucos amigos estavam de carro e sempre eles acabavam deixando todos os outros em casa e foi assim que aconteceu também dessa vez.
Lembro-me que deixamos Amanda em casa e depois nos dirigimos para deixar Letícia quando novamente seu corpo foi apoderado por aqueles espíritos revoltados. Eu, que me encontrava ao seu lado tomei muito chute e soco...ela tentava se enforcar e prendia a respiração a ponto de mudar de cor...éramos 04 no carro, eu, Letícia, Carlos e Roger. Roger parou o carro...ele não conseguia dirigir. Nós três segurávamos-a para que não se machucasse. Tivemos a idéia de levá-la para um padre e fomos para a Igreja na Rua Hilário de Gouveia. No caminho ela se mantinha incorporada, mas estava calma. Quando chegamos na frente da igreja, meu Deus do céu, vimos uma cena de arrepiar. Ela endoideceu de vez...gritava, se babava, xingava, se debatia e mesmo assim fomos arrastando-a para a porta da Capela, que se encontrava fechada, guardada inicialmente por uma enorme grade. Era de Madrugada, a Igreja estava fechada. Buzinamos, gritamos, batemos palma, mas ninguém vinha, a rua estava deserta. Letícia então incorporada por aquele espírito segurou na grade da capela e como se num gesto de desafio começou sacudi-la...por um momento fiquei observando a força descomunal colocada naqueles ferros...pensei que as grades fossem ao chão, mas não foi. Não apareceu padre, nem madre e muito menos um vigia, não apareceu ninguém...nos perguntávamos o tempo todo , o que faríamos. Já eram umas 3:15 e a solução não aparecia. Dei a idéia de levá-la para um centro espírita que freqüentava, era uma casa de família e provavelmente eles deveriam estar em casa. O Sr. Mário era um médium que eu tinha muito respeito e provavelmente ela daria jeito naquilo....Continuação.......

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